quarta-feira, 2 de maio de 2012

Elvis has left the biulding

Este é o melhor dos mundos. É realmente uma pena estarmos todos irremediavelmente mortos. Dito isto, viva! Vamos! Há contas por pagar. Acorde! Adiante. A fila anda, você é o próximo.

Ante a boca banguela vermelha aberta do caixa da lotérica Robsbadson amarelou. Ficou pra trás, cedeu a vez,  sentou num canto, perdeu a hora, ganhou o dia, riscou um fósforo, sacou o jogo, olhou o fogo, deixou queimar, ouviu o som em sua cabeça e lembrou que ainda sabe dançar. Robsbadson is out. Aonde a fila vai não interessa mais. Alright, alright alright! If Elvis has left the biulding we all are out of our minds.

Turn on. Tune in. Drop out.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Tio Almir tá vivo !!!!

video

E como.

Ensaio do ChapaMamba, no meio de um puta churrasco irado do caralho na casa de Elias Maluco, o batera. Tua mãe me contou altas histórias cabulosas de tua infância, Bruno, mas tu me encharcou de cerva e simpatia e não lembro de mais nada além do diague que tu deu em Luiz Melodia e pelo qual ainda pagarás caro, se há justiça nesse mundo e meu catimbó funcionar.

Ave, Rio.

domingo, 4 de março de 2012

pop song

Bastardo por parte de pai, desnaturado por parte de mãe. Quando jogar as cinzas de minha mãe sobre o túmulo de meu pai será um lindo dia de sol, ou um triste dia de chuva, tô pouco me fudendo, e será com todo respeito, respeito por mim, que baixarei as calças e mijarei sobre teu túmulo, papi, a urina escorrendo pelos cantos da laje lustrosa de bacana, porque ele deve ter uma laje de bacana, é assim em meus sonhos, mas se não for tudo bem também... Vocês terão ainda muito orgulho de mim, papai, mamãe... A urina escorrendo pela laje bacana, lavando as cinzas, lavrando esse amor doente que deu nessa catástrofe tranquila que sou eu, e ninguém ali além de mim mesmo capaz de responder a pergunta premiada:
- E agora, quem é Júnior, mamãe? Quem é Severino Ramos de Araujo Santos, papai?
Talvez demore, talvez não. Um dia, um mês, um ano, vários deles, não importa, o tempo está ao meu lado, espero sem pressa esse dia chegar.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

domingo, 25 de dezembro de 2011

Jesus Don’t Give Tax Breaks to the Rich

feliz natal

contracaô #2

Eu vou lhes dizer no que acredito. Eu acredito no caos, no acaso e na antimatéria. É nisso que acredito. Por isso me fio e nisso me gio. Sendo assim desconfio de quem não crê em nada. Eu creio no nada, também, aliás, na falta de algo mais consistente isso me basta. Gnomos, ninfas, fadas, todo tipo de lorota, causo, piada... Eu acredito em você também, inclusive. Minha fé não tem limites. Já minha paciência, tem.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

hey, ho ho ho: let´s go.

pele de latex, ossos duros de roer, testa de ferro, tv eyes, sangue frio, sorriso coolgate, 1 projeto cultural em cada bolso do terno armani, lá vem ele, crack para os pobres, campanhas anti-crack para os ricos, tiro pra todo lado, um câncer aqui e outro ali, duas guerras futuras já agendadas no notebook. transpirando enxofre mas cheirando à boas intenções, ele entra, senta e pede uma criança, africana, ou asiática, o sexo independe, coloca o infante no colo, despe-lhe os farrapos, arreganha-lhe as pálpebras e lambe-lhe os olhos perplexos, então cutuca seu cu, destampa seu crânio e com um canudinho listrado suga-lhe a imaginação.
- o que tu quer de natal ?
- um playstation.
- o que tu vai ser quando crescer?
- médico, ou advogado.
Ok.
O próximo.

sábado, 26 de novembro de 2011

knock knock

I don't want to be destroyed
I just want to lay on this block of ice
I am one you are two we are three
What for? my connection is your connection,
The sun is shining I see your face
Turning it over I see the clover
The things that I love dear are taking shap

sábado, 19 de novembro de 2011

BatMac



Vascaindies flamengantes, batman, ora se não é o... Ele mesmo, robin. Mas ele não estava em... Pois parece que voltou, não é mesmo, garotinho pródigo?
No outro dia:
Pow. Soc. Vrum.

Fim.

No mais é muita conversa pra pouca ação.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Apelação

Prezados Senhores da Comissão de Avaliação e Seleção do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural,

Eu sei que este trata-se de um projeto humilde e modesto, desprovido da espetaculosidade e pompa tão ao gosto da atual diretriz cultural do país, no entanto venho por meio desta, ainda assim, e em uma atitude desesperada, pedir-lhes que reconsiderem o julgamento prévio que o privou dos míseros vinte e dois pontos necessários à sua aprovação. Senão vejamos: O projeto em questão trata-se da participação de um grupo que atua há dez anos na área de publicações independentes, com dezenas de publicações na praça, muitas delas premiadas e reconhecidamente inovadoras - o que qualquer pesquisa por mais superficial que seja pode facilmente constatar - em uma feira internacional de sua respectiva àrea que existe há mais de dez anos, e cujos organizadores realizam conosco publicações conjuntas, a última delas inclusive inédita no Brasil justamente pela carência de intercâmbio. Este tipo de evento para o qual fomos tão cortesmente convidados é, economicamente e tecnicamente, vital para nossa sobrevivência quanto grupo independente, haja visto que as lojas não nos querem senão para mascar e cuspir fora depois de nos venderem a seus clientes pelo triplo do preço, e as grandes editoras não as queremos nós.
Sendo assim, rogo para que os senhores abram seus olhos e afinem seus ouvidos com este tempo, que certamente não pertence a quem grita mais alto, mas a quem sabe ouvir o som da grama crescer.

Att,

Sirva-se Records, há dez anos falindo sem morrer.

Ps. Ficou bom, titio??

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

U O E O Z




Chamai-me Ismael, no buraco havia um hobbit, no princípio era o verbo. ET fone home.



Enquanto isso, no caminho de Swan, Proust bebe o chá das cinco servido pelo chapeleiro da Alice de Carroll, a Lucy de Lennon, ideal platônico da de Johansen.


Uma epifania por gole, o caminho de Swan virou uma estrada de tijolos amarelos...

No meio do caminho de Swan havia uma pedra. Havia uma pedra no meio do, topei. Caí. Ergui-me e retomo de onde parei: Era uma vez...


Agora são três. Glub, glub e glub. On the road no meio do caminho de tijolos amarelos com Swan, Tarzã, Taiwan, Shazan e Conan, o bárbaro, por que não?


É preciso sempre ter na manga um ás, quando se está em Oz. E eu estou quase lá.


Pela estrada de Swan afora eu vou bem sozinha levar esses doces quando, de repente, subrepticiamente, ei, ei, Chapeuzinho... Era o Chapeleiro, me dizendo que estava marcando touca em uma boca de lobo, louco que estou.


Rédeas curtas, se o cavalo é de Tróia, recomendou.


Pisei ainda mais fundo.


- Silver, Aiou!


... Just the gold, brother, just the gold. Nada menos.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

24:36

Regozijai-vos. Ninguém sabe o dia e a hora, não é mesmo, Mateus? Chega de perder tempo, chega de nhenhenhem, cheguem mais, ouçam: Chega! Vinteum do doze de doismiledoze é o caralho. Foda-se Sibyl, foda-se Merlin, foda-se Nostradamus e os Maias. O fim do mundo não será porque já foi:


- Ei, brother, quando me avisaram disso aqui a ligação tava meio ruim, então, você pode me dizer o que exatamente é isso?


- É um teste para um emprego


- E pra que diabos todo mundo na mesma sala? Ei, ei, escutem só, eu acho que vão atirar uma faca e trancar a porta e o emprego é de quem sobrar e que deus os ajude porque sou bom com facas, eh! Mas, sério, acho que é uma prova mesmo, mas, por que tenho de assinar esse documento liberando essa informação sob sigilo? Isso não é tudo muito suspeito?


- É um teste para um emprego, comecem a riscar um monte de tracinhos até eu dizer Ok, aí comecem um risco e depois mais tracinhos até eu ficar satisfeita.. Comecem.


IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII – IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII – IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII _


- Parem. Agora contem os traços e anotem nos riscos, depois respondam esse questionário. Amanhã ligamos pra você. Ou não


E isso não é a morte?

Estamos todos mortos, há muito tempo, e onde não há o homem a natureza é estéril, já dizia alguém que sabe das coisas...




Vácuo, portanto. Lázaros. Não há dia nem hora porque o tempo parou, mas, rejubilai-vos, ainda há, e paira e lateja, latente em nós, músculo divino, força de mil vulcões dormentes, voz que clama no deserto da alma humana domesticada por Moloch. Moloch, desde o berço nos latindo que é too late... Mas não é. Não é.

Eu sou.

Regenerai-vos

terça-feira, 6 de setembro de 2011

alegria vai lá



aqui a oia é pesada, ô. bom que só dedo no olho... leite de rosas no café da manhã.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Homem Vertical

Na caverna havia um buda. Ao seu redor reuniam-se neanderthais iluminados pelo fogo eterno. Em silêncio, embalados pelo som do vento e sob a luz das mesmas estrelas que iluminam nossas noites, esmerilavam o forame magnum do bebê de Taung, a mandala anatômica por onde Darwin contemplou a evolução.


O fogo queima.

O vento sopra.

As estrelas brilham.


Erga-se, homem! Demonstre algum respeito por teus avós.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Vinte Mil Toalhas Brancas

Vocês terão o que querem, porcos. E quando descobrirem que tudo isso é nada, lembrem-se de mim, aqui, no inferno, banhando meus pés em um rio de merda...
Esperando vocês.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ta dá

eu vi esse dia se ir. eu vi esse dia chegar. tava uma lua cheia linda de morrer na despedida, um sol de fazer chorar. ninguém então melhor que eu pra dizer: vale a pena viver.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Morrão!



"Sabe o que está faltando? Gente vomitando no palco, quebrando guitarra, os maus comportados. No fundo são todos um bando de Sandys. Tudo cai no ridículo muito cedo e é todo mundo muito bem comportadinho, muito politicamente correto. Acho isso meio sacal"

Guilherme Arantes, grimório vivo do pop









Não faz nem uns 700 anos, que bombava na Índia setentrional uma balada chamada Sati. Nesse ritual sagrado do hinduísmo, a viúva se atirava na pira funerária do falecido no ápice da cremação. Imagine você Comandante! Mas isso era o barato da época. Ao saber disso, tua glândula pineal já lhe irradia termos como barbárie ou misoginia. Mas, tenha em vista que relatos históricos dizem que se tratava de um ato sublime de devoção espiritual e não uma submissão do corpo carnal. Algo como o verdadeiro Nirvana, my friend. Diga aê!

O enterro dos indies vem aí. E é desnecessário dizer que vai ser um sati daqueles. A pira será acesa em dois funerais distintos. Um em cada lado dos trilhos do trem. Sábado, 20 de Agosto, Valdez, Mechanics e Zefirina Bomba esperam os devotos do ódio no Cult 22 Bar, Lago Norte. No domingo, 21, River Phoenix, Valdez, Mechanics, Galinha Preta e Zefirina Bomba queimam as roscas que ainda faltarem no Bar da Toinha, Samambaia. A etiqueta da ocasião sugere perfumar-se com colônia de barbecue ou óleo de peroba. Ajuda bastante o processo.


A convocação está feita. Os indies estão se espalhando depressa. Mais rápido que um compêndio de lados B do Radiohead no megaupload. É seu dever cívico honrar as calças fora de moda que veste e ajudar a erradicar esse mal. Reúna o maior número de hipsters que encontrar nas baladinhas fru fru da cidade e leve-os aos funerais supramencionados para dar uma boa lição do que é rock a esses almofadinhas. Dizem que uma grande pilha de i pods em chamas dá um belo barato.


Quem morrer verá!


por Michel Aleixo, guitarrista do River Phoenix



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O amigo tem um cigarro?

A velha Umbelina me dizia que a esquina é onde o diabo despacha. Ela tinha razão: É lá o escritório dele assim como é no mar onde está deus, isso não precisou ninguém me dizer. deus curte lugares desertos, o diabo aglomerações. deus habita a alma humana, o diabo o inferno, como todos sabem, e o inferno é aqui. Então, se deus cuida da casa, o diabo vagueia pela rua. Hoje ele me pediu um cigarro, e eu dei. Fogo ele já tinha. Depois desse encontro flertei, furtei e enganei tão naturalmente quanto se respira, e apesar de minha formação católica não estou sentindo nem um pouco de culpa. Não tome meu testemunho por confissão, não é. Lá fora é o inferno, eu o vejo de minha janela, ele é luminoso e amorfo, não há nada parecido com uma linha reta por lá.
O inferno é fogo. Uma vez nele é preciso saber driblar.
O inferno é fogo, e eu tô pra jogo.
Aí vou eu...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

sessão coruja

23:30, os caras chegam. tomamos café, assistimos zach hill pelo youtube, vazamos, lembrei que esqueci não sei o quê, voltamos, retornamos, ..., melvins e black sabath no som, ..., chegamos no lugar, o lugar é massa, bill tava lá com uma birita, pega isso pega aquilo pluga ali, 01:30, plin plin plin bom bom bom glub glub toc toc e a arapuca de catar músicas tá armada, lá vai: pagamento de biu seguido de zica onde chegamos à conclusão que "se você não montar o sistema o sistema monta em você", diabo nas entranhas, pausa pra everaldo encorporar macgyver, aprenda a dizer não e ppp. dois takes de cada. 01-02, 02-01, 03-01 e 04-02 são os números. vocais. 04:40. fim do expediente.
é a primeira session, e das quatro músicas três já estão redondas. começo promissor.
05:05.
- zzz. ronc.
06:45. trim: trampo.
07:55, tomo café, escrevo isso: do it yourself

have a nice day.

aqui ppp sendo gravada, abaixo, com os vocais, mais abaixo diego tentando domar os pedais, e, sim, os vídeos foram gravados por um celular, sorrrry.





quinta-feira, 16 de junho de 2011

insano


baixe aqui. Mas baixe mesmo, e baixe logo.

bsb, 14, 06


lua nascendo afrente com sol se pondo ao fundo refletindo no espelho do prédio e dando barato no fotógrafo ao meio, que, talvez por isso, tirou a foto de banda.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Marchinha


Era como essa árvore do lado de minha janela
Eu ia, vinha, subia, descia
Como e quando bem queria

Mas uma árvore não é um poste - Quebrei a perna

Hoje ainda trepo nela
Com cautela.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Maria Falconetti




lombra de cola. escatolounge. niilirismo. música ambiente de netuno. eletrobronha. surf music de Oz. matéria bizonha. mambolero. ruído de porra nenhuma. dub dúbio. hino ao suicídio coletivo. a puta que te pariu. eco de nada. noisense. bzzt. e por que não? o agradável som de um desafeto sendo estuprado por cavalos. zoombido. grotic. é in no hawaii. uruca cool. valsa insossa. neo tupinipunk. jonestown. kraut crust. graxas à deus. nocivoltz. borrelia vincêndio. tudo isso e muito mais. batucada catatéptica. pornochanchadadélica. ... . frevinho fúnebre. ai meu cu, porra. zip. squizofreak. é noix cia ltda. coice delicado. minhas unhas rasgando o chão enquanto o demônio me arrasta para o inferno. dadadrone. tuín. Wah Bap Loops. gap. narco noir. protópera. the dronning shaggs. Beat Bote. meta metal. a flor da minha úlcera. rolé à boca. fuckabilly. cococonha. o de sempre às avessas. retrogressivo. mimimi minimal. chic no último. cancro crônico cacofônico. tretaria. satori de satã. nhá. reggae réquiem. trashoegaze. dodecafunk. humwawa pazuzu akhkharu hassan i sabbah ah pook hex chun chan ix tab. prosopopolca. skatimbó. kung fuzzy. fox trote à galope. !. catatalelepsia. ossos do ofídico. hiptimus hoptimus. 00101010110010110011. dirty rambo. estrepanação. autoboquete. desinteritmos. trans trash. just the gold. plus pus. cotoneticida. cancrum oris (pombagira). atonal incidental. synth qua non. Maria Falconetti #

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Bring Your Own Poison






Nhá. O Diego do Valdez já tinha me falado do River Phenix, mas, com esse nome, convenhamos, não dei nem idéia, até ser pego totalmente de graxa pelos caras. Eu tava na minha, não tava esperando nada, eu moro no plano piloto, eu posso esperar alguma coisa além de que o mundo acabe logo? E foi isso mesmo, um apocalipse, aleluia, e a primeira coisa que pensei foi eu preciso urgentemente ser amigo desses caras, sem saber que já era, pra você ver como são as coisas: Tem gente que pensa como a gente e eles estão desesperados, como a gente, pra conhecer gente como a gente. E por que diabos isso é tão raro sei lá eu, só sei que dei sorte, e que sorte não existe. Ontem fomos lá em Taguayorque ver o show dos Haxixins que o Planopilotópolis pagou pra não ver. Mas os planopilotenses não pagam pra ver, pagam pra serem vistos, e parece que saíram bacanas nas fotos, e se as fotos ficaram jóia é porque deve ter sido divertido, enfim, todo mundo ficou feliz, menos os Haxixins, e eu, que não sou easily amused, nem bexta, nem tô cagando dinheiro, então guardei minhas droguinhas pra o show que ia valer a pena e vou dizer - Valeu cada centavo que fiz questão de pagar. Sir Uly teve sua vingança, e ela foi comida ainda quente.


E de sobremesa sopa de bolinhas. Sirva-se.

Fuzz´Roll